EWÉ - A CHAVE DO PORTAL - MÁRCIO DE JAGUN
Litteris - 720p. 16x23cm- ISBN 978-85-374-0472-0
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Código: 965
Referência: 10/2019
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Descrição


“Ewé: a chave do portal” apresenta pela primeira vez ao grande público, em uma abordagem inédita, o conceito de saúde e doença conforme a filosofia ioruba, a ritualística do equilíbrio físico e espiritual através do elemento vegetal. Neste livro ainda: A tradição ioruba e seus métodos terapêuticos através da aquoterapia e da aplicação do princípio ativo dos vegetais; Osányìn, a divindade ioruba das ervas: sua origem, mistérios e possibilidades; os principais rituais do Candomblé (o Sàsányìn) em todos os seus procedimentos, rezas, cânticos e metodologias; o sistema ioruba de nomenclatura e classificação das ervas, pelo gênero, princípio ativo, habitat, porte, elemento da natureza, etc.; mais de 500 ervas descritas pela aplicação litúrgica e terapêutica, conforme a tradição ioruba. 
O livro, que é um mergulho na cultura ioruba, enriquecido por esclarecimentos filosóficos e teológicos e noções sobre o idioma ioruba e sua aplicação prática no Candomblé, ainda tem elementos de pesquisa para trabalhar a Lei 10.639/03 em sala de aula.

SOBRE O AUTOR - Márcio de Jagun é Bàbálórìsà do Ilé Àse Àiyé Obalúwáiyé, advogado, escritor, professor e consultor em cultura ioruba no Programa de Estudos e Pesquisas das Religiões (PROEPER/UERJ); professor de cultura e idioma ioruba no Programa de Letras Estrangeiras Modernas (PROLEM/UFF); membro do Conselho Estadual de Defesa e Promoção da Liberdade Religiosa; pesquisador responsável pelo projeto de inclusão do idioma ioruba no Inventário Nacional de Diversidade Linguística (INDL) junto ao IPHAN; proponente da lei que tombou o idioma ioruba praticado nas religiões afro brasileiras como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. É conferencista, articulista e autor dos seguintes livros: Orí - A Cabeça como Divindade, Yorùbá – Vocabulário Temático do Candomblé, Odù – os Iorubas e o Destino. No ano de 2000 começou a militar no combate à intolerância religiosa e contra o clientelismo religioso, atuação que mantém até hoje. Foi um dos fundadores da Associação Nacional de Mídia Afro – ANMA.